Uma análise de conteúdo inteligente, clara e desmistificadora do que pode ter acontecido e, provavelmente, aconteceu.
Em busca do equilíbrio entre a constância e "certezas" do Passado e a fluidez e contingências do Presente.
Uma análise de conteúdo inteligente, clara e desmistificadora do que pode ter acontecido e, provavelmente, aconteceu.
Miss Ngozi Fulani, 61 anos, viúva, avó, administradora de uma organização de caridade, professora de teatro e de danças africanas mostra muito pouca condescendência, uma enorme má vontade e uma tremenda inabilidade socio-cultural ao tomar como insulto de teor racista a intervenção curiosa de uma senhora de 83 anos de idade cujo único crime foi o de lhe dedicar a sua atenção sem os recomendáveis filtros que se tornaram prática corrente (quantas vezes repletos de hipocrisia!!!) do que se designou chamar de "políticamente correcto".
Miss Ngozi Fulani percebeu perfeitamente, desde o início, onde Lady Susan Hussey queria chegar (a não ser que seja portadora de uma notável dose de estupidez, algo que é dificil acreditar!) mas, em vez de, educada e diplomaticamente, cortar o mal pela raiz e satisfazer a curiosidade da velha senhora, decidiu explorar a situação destilando o veneno de que é portadora e incapaz de conter.
Ora se, desde a indumentária com que se apresentou, aos adereços que exibiu e ao próprio nome da organização que administra, tudo nela faz/fez apelo a uma ascendência Africana que ela cultiva e explora, por que razão se sentiu tão ofendida com as questões colocadas por uma senhora de idade, também ela com as naturais limitações culturais da geração em que foi criada?!...
Descobriu-se, entretanto, que Miss Fulani não era uma novata nestas andanças de deixar veneno por onde passa e que, em tempos, chegou a acusar a Família Real Inglesa de violência doméstica contra Meghan Markle.
Face ao seu historial de acusações contra a Família Real Inglesa e à animosidade que por esta nutre, não consigo compreender a razão que a levou a aceitar o convite para a já mencionada recepção a não ser que, previamente e atendendo à viagem dos Príncipes de Gales aos EUA tenha decidido aproveitar o contexto para, de forma provocatória, malévola e estrategicamente premeditada, agitar as águas e perturbar um ambiente que seria suposto ser de festa e de intercâmbio cultural.
Miss Fulani e outros que tais só têm palco porque vivemos num tempo dominado pela ganância e consequente ausência de escrúpulos por parte dos mass media (cada vez mais especializados no mercado gerado pelos escândalos!) e em que quase não há lugar para a digestão das notícias e o desejável e fundamental exercício de reflexão.
Ilustr. Daily Mail
No ano da graça de 2022, na sequência de um surto epidémico (COVID) que durou 2 anos e a todos enclausurou e em plena crise económica, financeira e de carência de recursos humanos, causada pela guerra desencadeada pela Rússia contra a Ucrânia, que se lhe seguiu, é este o panorama a que assistimos e a situação que vivemos diariamente em alguns aeroportos e com algumas companhias aéreas.
Tal desconforto tem levado a uma inusitada saída de trabalhadores nas diferentes superfícies e por todo o país constituindo um problema para a própria empresa que, não tendo capacidade para segurar os seus trabalhadores e estabilizar as suas equipas se vê a braços com uma penúria de colaboradores situação esta que, indubitavelmente, interferirá e afectará o seu normal funcionamento.
Tendo em conta a filosofia empresarial vigente, o destaque dado aos colaboradores com licenciaturas, independentemente das suas capacidades individuais, aptidões específicas, experiência e espírito de iniciativa e os critérios de admissão que os acompanham acabam, necessariamente, por se repercutir na organização do Trabalho e no funcionamento das equipas.
Salvo raras e notórias excepções esta empresa carece de lideranças capazes, empenhadas, esclarecidas, experientes e genuinamente empáticas, que saibam ler para além da cartilha, não ignorando e retirando valor ao que e a quem deveria ser valorizado, genuinamente estimulado (não ludibriado!) e acarinhado.
A quem está de fora e conhece os dificílimos processos de candidatura de jovens licenciados a empresas de renome internacional, é legítimo questionar se este corpo de aspirantes a postos de chefia (licenciados e mestres) não será constituído, apenas, por gente medíocre, incompetente, que não sobreviveria ao escrutínio e critérios de admissão de outro tipo de empresas de cariz internacional exigentes, sofisticadas e com targets bem definidos ...
Adepta que sou da cultura e princípios laborais anglo-saxónicos e concentrada no tipo de queixas e de relatos coincidentes que ia ouvindo, comecei a visualizar um padrão comportamental de política empresarial que, atendendo ao arcaísmo de que estava imbuído suscitou em mim a curiosidade de fazer uma pesquisa sobre quais os países em que estava implantada para além de França (o seu país de origem) e de Portugal.
Por estranho que pareça (facto que aparenta ser altamente esclarecedor!...) para além dos países anteriormente mencionados, a Auchan só está implantada no Luxemburgo e em Espanha (Europa Ocidental), na Rússia, Ucrânia, Polónia, Hungria, Roménia (Leste Europeu) e no Senegal (África)!...
Totalmente ausente, por conseguinte, nos países anglo-saxónicos e do Norte da Europa!...
Não presente em países desenvolvidos, que valorizam o Trabalho, a mão-de-obra e que estimulam e premeiam a produtividade.
A FUNDAÇÃO: APOIO ASSISTENCIAL, UMA VISÃO TÃO ARCAICA COMO DISTORCIDA
Necessitando de justificar a sua existência e continuidade perante o Estado Português dedica-se, entre outras actividades, a apoiar os colaboradores mais necessitados, algo que colide com os direitos dos próprios trabalhadores caso se verificassem as seguintes condições:
A FALÁCIA NO RECRUTAMENTO:
PARA QUE A TERRA NÃO ESQUEÇA!!!
« Às 2h27 da madrugada do dia 6 de agosto, o coronel Paul Tibbets aciona os motores da superfortaleza B-29, batizada por ele de Enola Gay, nome de solteira de sua mãe. O alvo era Hiroshima, cidade japonesa de 256 mil habitantes. Às 8h15 de 6 de agosto de 1945, a bomba denominada Little Boy, com 72 quilos de urânio 235, foi lançada sobre a cidade, a mais de 10 mil metros de altura. Demorou 43 segundos até explodir...»
Hiroshima e Nagasaki: 65 anos de uma tragédia mundial
Quando comecei a interessar-me por este tema, em Julho de 2007, aqui em Portugal ainda ninguém falava dele e o conhecia pela designação que hoje tem: Bullying (um anglicismo que acabou por ser adoptado e integrado no vocabulário do nosso quotidiano).
Ao tempo, o significado mais próximo que encontrei para este fenómeno - que não é de hoje e tem atravessado várias gerações - foi o de "perseguição/intimidação" e, durante algum tempo, foram estes os termos que usei nas traduções que ia fazendo e postando no meu outro blogue - A Via da Simplicidade.
Como o tema é recorrente e o assunto continua na ordem do dia, resolvi passar para este blogue todo o trabalho que fui postando no anterior.
O Bullying implica, normalmente:
O Bullying pode ser:
A persistência de comportamentos de Bullying pode levar a situações de:
A ausência de controle deste tipo de situações, por parte das autoridades escolares, para além dos estragos causados nas suas "vítimas" levam a que os seus autores/fanfarrões, sentindo-se impunes, mantenham e prolonguem, pela vida fora, comportamentos violentos, agressivos e ameaçadores.
Uma análise de conteúdo inteligente, clara e desmistificadora do que pode ter acontecido e, provavelmente, aconteceu.